O Sentimento que
Lhe Habitou
Ah, Sabedoria que mora na simplicidade,
Teu Rei se revelou em plena humildade.
Sendo o Mestre e Senhor sobre tudo e todos,
Demonstrou-se o Caminho, enquanto de todos nós o Servo se fez.
O Ser divino, à divina Glória não usurpou, e assim se afirmou “Eu Sou o que Sou”:
Inclusive Servo e Senhor;
E na humilhação seguiste Tua vereda...
Já, nós, exaltados, inflados e fastiados, usurpamos ser senhores,
E decidimos reduzir tudo e todos à servidão de nossos quereres;
E seguimos o oposto destino do Teu amor-ensino...
Tendo o orgulho e a arrogância a morar em nós,
Acabamos por negar a Ti, enquanto intentamos sempre ganhar,
Seja a vida, a força ou quaisquer outros desejos;
E convertemos tudo e todos em nossos pobres súditos:
Ordenamos, humilhamos, pisamos, maltratamos e impomos nosso querer;
E "deuses" nos tornamos, usurpando o que Tu de bom grado deixaste;
E matamos e morremos pela glória da qual Te esvaziaste;
Dominados por nosso ego vil,
Arrogamos direitos que nascem de nossa perversão.
Julgando, nós, que Tu és um mero serviçal e que a tudo e todos fez curvar diante de nosso capricho que é puro mal,
Convertemos todos ao dever de nos honrar,
Enquanto os sufocamos e afogamos em nosso horrível desejo...
E assim perdemos a possibilidade de a Ti, realmente enxergar.
Isso tudo se faz fardo, peso e dor,
Que assola o ser, exalando nosso odor...
É quando o Teu convite ecoa a nós como um canto:
Tomai sobre vós meu jugo, e aprendei de mim, o Humilde e Manso,
Donde o ser-refrigério, finalmente, alcanço...
E no servir ao outro, seja pai, mãe, irmão, amigo e até o menor de todos
Se manifesta o divino e último propósito, que alivia, que apazigua, que ensina e que multiplica
O amor que outrora esfriado fora pela iniquidade, nascida de meus quereres vis e de minhas tolas vontades...
Então lavo os pés de qualquer um que a mim se achega;
Sabendo que os pés do outro os Teus Pés revelam;
E, assim, Te vejo nos pés de quem sirvo; os pés como o bronze polido, feito o Juízo
Teu Rei se revelou em plena humildade.
Sendo o Mestre e Senhor sobre tudo e todos,
Demonstrou-se o Caminho, enquanto de todos nós o Servo se fez.
O Ser divino, à divina Glória não usurpou, e assim se afirmou “Eu Sou o que Sou”:
Inclusive Servo e Senhor;
E na humilhação seguiste Tua vereda...
Já, nós, exaltados, inflados e fastiados, usurpamos ser senhores,
E decidimos reduzir tudo e todos à servidão de nossos quereres;
E seguimos o oposto destino do Teu amor-ensino...
Tendo o orgulho e a arrogância a morar em nós,
Acabamos por negar a Ti, enquanto intentamos sempre ganhar,
Seja a vida, a força ou quaisquer outros desejos;
E convertemos tudo e todos em nossos pobres súditos:
Ordenamos, humilhamos, pisamos, maltratamos e impomos nosso querer;
E "deuses" nos tornamos, usurpando o que Tu de bom grado deixaste;
E matamos e morremos pela glória da qual Te esvaziaste;
Dominados por nosso ego vil,
Arrogamos direitos que nascem de nossa perversão.
Julgando, nós, que Tu és um mero serviçal e que a tudo e todos fez curvar diante de nosso capricho que é puro mal,
Convertemos todos ao dever de nos honrar,
Enquanto os sufocamos e afogamos em nosso horrível desejo...
E assim perdemos a possibilidade de a Ti, realmente enxergar.
Isso tudo se faz fardo, peso e dor,
Que assola o ser, exalando nosso odor...
É quando o Teu convite ecoa a nós como um canto:
Tomai sobre vós meu jugo, e aprendei de mim, o Humilde e Manso,
Donde o ser-refrigério, finalmente, alcanço...
E no servir ao outro, seja pai, mãe, irmão, amigo e até o menor de todos
Se manifesta o divino e último propósito, que alivia, que apazigua, que ensina e que multiplica
O amor que outrora esfriado fora pela iniquidade, nascida de meus quereres vis e de minhas tolas vontades...
Então lavo os pés de qualquer um que a mim se achega;
Sabendo que os pés do outro os Teus Pés revelam;
E, assim, Te vejo nos pés de quem sirvo; os pés como o bronze polido, feito o Juízo
Que há
naquEle que sobre todos foi erguido...
E contemplo a imagem, não minha, mas Tua, já que a humildade agora fala em mim e por mim, enquanto me desnuda...
E assim vou seguindo em simplicidade, tal como canta o hino, cuja letra em mim arde...
Subindo alto ao Paraíso, Lar Eterno, agora alado de humildade.
Porém cheio de muita coragem de tão somente ser; e já sem a necessidade
De validação, ouro, joias, reconhecimento ou vaidade;
Já que agora as reais riquezas que me cercam são Tua doce e servil bondade!
Ah, sabedoria que me invade e que me ensina
Que prostrado, enquanto sirvo aos outros,
Fico imune às quedas da minha maldade.
Firma-me ali no serviço, no amor, na entrega;
Na leveza e na Graça manifesta;
E que, assim, o Teu perfume exale,
E que tudo ao Teu amor; ao Teu Poderoso, Humilde e Simples Amor, eu consagre!!
E contemplo a imagem, não minha, mas Tua, já que a humildade agora fala em mim e por mim, enquanto me desnuda...
E assim vou seguindo em simplicidade, tal como canta o hino, cuja letra em mim arde...
Subindo alto ao Paraíso, Lar Eterno, agora alado de humildade.
Porém cheio de muita coragem de tão somente ser; e já sem a necessidade
De validação, ouro, joias, reconhecimento ou vaidade;
Já que agora as reais riquezas que me cercam são Tua doce e servil bondade!
Ah, sabedoria que me invade e que me ensina
Que prostrado, enquanto sirvo aos outros,
Fico imune às quedas da minha maldade.
Firma-me ali no serviço, no amor, na entrega;
Na leveza e na Graça manifesta;
E que, assim, o Teu perfume exale,
E que tudo ao Teu amor; ao Teu Poderoso, Humilde e Simples Amor, eu consagre!!
Gama, 6 de agosto de 2026.


