segunda-feira, 9 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ignorância: A Droga mais Popular


Não fique em terreno plano.
Não suba muito alto.
O mais belo olhar sobre o mundo
Está a meia altura.
(A Sabedoria do mundo, por Friedrich Nietzsche)

Alguns provérbios impõem um grau de veracidade admirável. Quando então um provérbio ditado em versos, construído do e para o ponto de vista humano, confessa a condição mais essencial da humanidade, mórbida por acomodação consuetudinária, torna-se até hilário, apesar de lamentável, olhar para a radiografia do “eu-social” e perceber que a sensação de prazer estabelecido pela ignorância entorpecente é o nosso vício mais profundo: o vício da ilusão...

Ao que se percebe, a análise positivista de Nietzsche representa muito mais sobriedade que a ilusão gerada pelo otimismo moderno. Assim, a sensação de prazer advinda da ilusão do belo criada e inspirada pela mediocridade, encontra guarida e aconchego na maioria de nós. É o gozo da ignorância! A “meia altura”, por sua vez, apesar de não revelar a perfeição, torna inacessível à vista, boa parte da imperfeição (pelo menos aquela que incomoda).

Por outro lado, estar abaixo da mediocridade, é vivenciar e experimentar o gosto amargo produzido pela ignorância. É nesse lugar que se assentam os miseráveis, marginalizados, bastardos, desconhecidos – ou pelo menos esquecidos ou desprezados – e moribundos. Dentre estes, entretanto, há alguns que alvejam subir até a “meia altura”, a fim de receberem uma dose de ilusão, a droga mais cobiçada, propagada, comercializada e consumida pela nossa sociedade; não sabem que esse próprio desejo pela “meia altura” já representa a ação do fluído ilusório, introduzido via venal para que o efeito seja rápido e maquie o sabor do mal degustado.

Cristo, em contrapartida, se revela o único autêntico remédio e tratamento para o vício da ilusão. Ele não veio para condenar o homem, mas para salvar o homem (Jo 3.17) libertando-o das cadeias da ignorância e trazendo-o para iluminação da Verdade, que é a Palavra de Deus (Sl 119.105; Jo 8.32,36; Jo 17.17). Entretanto, a condenação do homem se firma na paixão e amor que ele tem pelo vício da ilusão. Se não, vejamos:


E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. (Jo 3.19)

A ignorância é a ausência de luz, é a escuridão que desperta o vício e a paixão insana e desenfreada dos homens, gerando uma omissão confortável. São essas trevas que entorpecem a mente humana. E, conhecendo o poder vicioso e o prazer que a ignorância opera no homem, o intento satânico destila veneno por meio de sonhos, desejos ardentes e obras que afastam o homem da Verdade absoluta da Palavra de Deus (2Co 4.3,4; 2Ts 2.7-11; Gl 5.19-21). Estes anseios são alimentados pelo alucinógeno da ignorância, trazendo uma sensação de prazer extremamente sensorial.

Contudo, para o homem nascido de novo, a Verdade não se firma nos sentidos físicos e carnais; a Verdade se assenta no que não vemos, por meio da fé (2Co 4.18; Hb 11.1). E essa Verdade, por intermédio da Graça, nos arranca da posição de comodismo e nos compele a viver o chamado para as boas obras (Ef 2.8-10); visto que as boas obras são, inequivocamente, o espírito e a autenticidade da nossa fé (Tg 2.26).

Infelizmente, para o homem carnal, o mais belo e prazeroso olhar sobre o mundo inspira a mediocridade (meia altura) e a ilusão que a droga da ignorância oferece. Mas a Palavra nos ensina a não olharmos o mundo com prazer, como se estivéssemos embriagados com os efeitos alucinógenos do vinho (Ef 5.18), mas por meio do Espírito (1Jo 4.6; 5.6), a fim de discernirmos bem a tudo que está diante de nós (1Co 2.14,15), inclusive a malignidade do mundo (1Jo 5.19; 2.15). A Palavra, portanto, nos convida à sobriedade, à luz da Verdade...


“Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação;” (1Ts 5.6-8).



“Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo; (...) e já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração.” (1Pe 1.13; 4.7)


“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.” (1Pe 5.8,9)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Paulo chamado apóstolo ou Paulo, chamado para apóstolo!

Segue um vídeo/áudio do texto já publicado no blog...



A paz do Senhor a todos!

domingo, 27 de junho de 2010

O Evangelho da Graça revela a desgraça!


Acho interessante que um dos conselhos mais incentivados pelo mundo atual é representado pelo seguinte jargão: o caminho para a felicidade está em conhecer melhor a si mesmo. A seqüência da crença nesse conselho informa que o mundo pode ser transformado se eu mudar a mim mesmo. Infelizmente, para mim, este “provérbio” não se aplica. Isso porque não há nada de interessante ou inspirador em mim mesmo que desperte minha curiosidade ou interesse por conhecer-me melhor. E, ao mesmo tempo, todas as vezes que busquei mudar a mim mesmo falhei: não consigo me mudar; é necessário que alguém ou algo me mude. Talvez seja por esse motivo que quase sempre que tenho oportunidade de ministrar, o tema a que mais me dedico é acerca da Graça. Sou fanático, obsessivo pelo Evangelho da Graça.

Alguns, talvez, pensem que o fato de eu sempre enfatizar a Graça em minhas pregações é motivado numa busca pessoal por um “evangelho” de facilidades. Mas, na realidade, o que mais me atrai no Evangelho da Graça é que, ao passo que me afasto da tentativa de me conhecer melhor e busco conhecer melhor AQUELE que é a razão da minha existência, paradoxalmente, quem eu verdadeiramente sou é revelado. E fico completamente boquiaberto com o que vejo: podridão, indignidade, miséria, falência, impotência e qualquer adjetivo detrator que passe pela sua mente. É exatamente assim que sou revelado... Logo, percebo que não tenho poder algum de mudar a mim mesmo, quanto mais mudar o mundo; este poder, definitivamente, não vem de mim.

Em outras palavras, o Evangelho da Graça, ao invés de elevar minha auto-estima, a reduz e a aniquila, deixando manifesto apenas o poder DAQUELE, único, que pode de algum me transformar. Assim só me resta uma singular pergunta: por que um Deus tão santo, puro, justo e bom se entregou por um miserável como eu? A resposta, caro ledor, está no seu Amor, ainda conhecido apenas em parte (1Co 13.12), que se manifesta incondicional e condicionalmente. “Como assim?” - Você deve estar se perguntando. E eu respondo: o Amor de Deus é incondicional no tocante à entrega que Ele fez pela humanidade (Jo 3.16), e condicional relativamente a quem poderá usufruir de suas misericórdias. Ou seja: só participarão dos benefícios infinitos desse ilimitado Amor, aqueles que crerem no Filho de Deus com o coração, para a justiça, e confessarem com a boca, para salvação (Rm 10.10).

Entretanto, esse mesmo Amor é que me deixa completamente constrangido tendo em vista o quanto sou indigno de ser aceito por Ele (2Co 5.14). Não obstante, quanto mais mergulho nesse Amor e conheço esse Deus de Amor, mais percebo o quanto sou imerecedor e glorifico ÀQUELE, único, que é digno de receber a honra e a glória.

Sócrates, segundo os escritos de Platão, dizia que a medida de sabedoria de um homem estava totalmente vinculada à sua consciência do não saber. Acredito que, utilizando-me da construção dessa frase socrática, em relação à Graça de Deus, poderia reescrevê-la da seguinte forma: a medida de compreensão de um homem, acerca da Graça, está totalmente vinculada à consciência da sua desgraça e falência pessoal. A Graça a nós manifesta e revelada por Deus, conseqüentemente, revela a nossa desgraça e, por meio dessa revelação, passa a nos moldar, mudar e santificar.

Quão grande é o Amor de Deus revelado a cada um de nós, pobres miseráveis! Quão grande Graça que reduz a nada, ao passo que me revela a minha miséria, quem eu sou, para que Ele cresça em mim. Você não se acha merecedor dessa Graça? Bem vindo ao clube! Eu tenho certeza de que não sou merecedor! Mas a pergunta chave é: você deseja ser participante dessa Graça? Então creia no Senhor Jesus e O receba em sua vida!

A paz do Senhor a todos!

Jordanny Silva, servo e discípulo de Cristo mediante a indizível Graça do Criador; pastor segundo a Sua vontade soberana.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Apologética institucional, política, ególatra ou efetivamente Cristã?


Um dos campos mais crescentes do meio cristão, principalmente evangélico, são os blogs apologéticos. Até certo grau é muito bom ver que a maioria dos cristãos revela bom senso e cansou de ser marionete desses novos “moveres” e de todas as distorções que têm sido vomitadas como alimento espiritual, quando na verdade não passa de engodo peçonhento.


Entretanto, o que também tenho percebido é que alguns que buscam se destacar no meio apologético, o fazem por meio de uma apologia covarde, que se vendeu às convicções de instituição A ou B. Isso mesmo! Vejo alguns apologistas que se sentem no direito de apontar erros doutrinários de uns e de outros, mas se calam diante dos gritantes abusos, escândalos e manobras antiéticas que algumas instituições revelam. Qual seria o motivo? Bem o julgamento do motivo não cabe a mim! Mas dá a entender que o motivo de se silenciar, quando se trata de confrontar a podridão da instituição a que se vincula, seja convenção ou editora a que se filia, é o fato de se ter vendido, talvez não por preço em moeda, mas pelo valor da vaidade e do prestígio que adquiriu.


Percebo, por exemplo, incrível o grau de covardia de tais apologistas quando, ao invés, de batalharem pela fé que uma vez foi dada aos santos (Jd v.3), lutam por convicções institucionais e por ideias fixadas, não na inerrante Palavra do Deus vivo, mas sim nos usos, costumes e dogmas adotados pela instituição a que é vinculada. Diante disso, surge uma apologia que sai da Graça e entra em um legalismo institucional cheio de proibições e discussões infundadas. Quer um exemplo? Tais apologistas começam a se posicionar até mesmo contra expressões artísticas que, se vislumbradas sem preconceitos, ou mesmo sem conceitos confeccionados por uma visão turva e humana, podem ser instrumentos de propagação eficaz do evangelho. Não obstante, já vi apologistas se posicionando, não contra o conteúdo musical, mas contra estilo musical A, B ou C. O rock, nesse viés, é do diabo; o baião é capeta puro; e por aí vai! Parece até que esse tipo de apologética cristã busca glorificar o “deus” deste século, dando a ele demasiada honra criativa! É evidente que alguns estilos musicais, ou mesmo modismos, reduzem o próprio conceito de música à depravação, estupidez e imoralidade. Mas toda uma canção passa a se revelar como não adequada a um cristão dado o seu estilo?


Vejam que a apologia séria se baseia na Palavra e não em preconceitos, ou conceitos culturais turvamente adquiridos. Já vi apologista, por exemplo, valendo-se da ciência para criticar estilo A ou estilo B. Daí, o cristão que se vale do Rap para mandar uma mensagem de alerta autenticamente cristã, com uma amplitude de absorção e alcance muito mais abrangente que uma pregação normalmente atingiria, deve ser desconsiderado porque o estilo é pecado.


Mas não estou aqui para defender estilos musicais. O tema principal dessa postagem é trazer a tona um problema que tem crescido muito no meio cristão quando relacionado à apologética. Primeiramente, se um apologista se dispõe a criticar a nova pragmática adotada por esse pseudo-evangelho que se alastra de forma desastrosa e destruidora, deve também se dispor a apontar os equívocos de sua instituição, independente do risco de perder ou não influência. Em segundo lugar, muito do conteúdo apologético que tem sido apresentado atualmente, em vez de apontar com eficácia onde está alocado o erro, simplesmente discrimina um movimento por completo, destacando a própria metodologia como completamente antibíblica. Quer novamente um exemplo? Não sou gedozista, mas aponte-me alguma estratégia evangelística tão eficaz como o modelo celular? Sou contrário as doutrinas aplicadas pelo G-12, dentre as quais já destaquei inúmeras por meio de uma análise que apresentei do famigerado “Encontro com Deus”. Mas o bojo estratégico que a metodologia celular revela, concernente à criação de pontos evangelísticos de casa em casa é fantástico! Veja que o G-12 não redescobriu o Brasil quando apontou esse método; apenas buscou, lamentavelmente com pouco esmero e de forma muito reduzida, pelo menos um caminho seguido pela igreja primitiva, onde, ao invés de templos pomposos, a Igreja crescia em comunhão de casa em casa, ou pelo menos, nos lugares em que tinham oportunidade de se reunirem.


Mas, para os apologistas ególatras, qualquer manifestação que tenha o nome Células no meio, é furada, pecado, e tudo mais. Nesse mesmo jogo, também já vi até críticas infundadas contra a nomenclatura “ministério de louvor”; é evidente que o que mais se vê atualmente não são “ministérios” de louvor, mas criatórios de ídolos que sequer têm esmero com as doutrinas bíblicas na hora de criar suas canções. Mas, ao passo que alguns apologistas se revelam contrários a terminologia “ministério de louvor”, qual seria então o nome correto? Equipe de louvor? Engraçado! Mas para mim equipe mais se adéqua à visão de um time de futebol ou mesmo de uma empresa, do que à Igreja do Senhor... Na verdade, tudo que está relacionado ao culto, se analisado biblicamente, deveria receber o nome de ministério. Isso mesmo! Os serviços praticados na igreja, vinculados à liturgia, são ministérios! E não me venha com essa de que na Bíblia não tem nenhuma referência à existência de um “ministério de louvor”; tal argumentação não cola! De mesmo modo, na Bíblia não há qualquer menção de “equipe”, “conjunto” ou “grupo” de louvor. Tão somente são mencionados na consecução das atividades litúrgicas os salmos, as profecias, a pregação da Palavra etc. Em outras palavras, apologia que tenta prejudicar determinado conceito por meio do descaso, do uso de ironia sarcástica e ardil, simplesmente para tirar o foco do que efetivamente tal conceito representa, novamente, é covarde e infundada.


Apologética firme não defende ritos institucionais! Apologética livre pela verdade não cria e depois defende normas e leis litúrgicas peculiares a uma congregação local, mas tem seu espírito cativo na Graça libertadora e frutífera no Espírito (Gl 5.22)! Apologética séria confronta, sem medo de perder influência, até mesmo os erros praticados pela instituição a que se vincula o apologista! Apologética cristã é ministério profético que denuncia, sem reduzir determinada metodologia, a não ser que a própria metodologia fora dos preceitos bíblicos! Apologética cristã é dura de palavras, mas vazia de orgulho! Apologética fundamentalista é estratégica e não busca, desvinculada da fama e da influência; busca apenas agradar ao Deus Todo-Poderoso!


Que o Senhor possa trazer iluminação aos corações para que compreendam a presente exortação!


Em breve, se o Senhor nos permitir, estarei dando continuidade a esse tema!


Jordanny Silva

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Paulo chamado apóstolo ou Paulo, chamado para apóstolo?


A inversão de conceitos está entre as coisas que mais me admiram nos dias atuais. Ainda mais quando, imperceptivelmente, essa inversão se maquia de piedade e aponta para os títulos uma autoridade mística quase que intocável. É incrível perceber o quanto esse novo evangelho, que se desenvolve como uma praga mortífera, totalmente adequado ao mundo, servo do orgulho e da arrogância, tem sido engolido por multidões como se fosse o verdadeiro; e, a menção à autoridade que os “cabeças” desse evangelho apresentam, traz em seu escopo uma série de maldições e conseqüências maléficas para quem, lucidamente, o rejeita, ainda que de forma instintiva e irracional. É uma pena perceber tais líderes, chamados pastores, bispos ou apóstolos, que se enchem totalmente para dizer que são a “autoridade plena” de Deus aqui na terra.


O mais interessante é ver o desespero dos que ambicionam galgar degraus nesse jogo de poder evangélico, fazendo tudo, absolutamente, pelo reconhecimento pessoal e terreno, treinados segundo a semelhança luciferiana, que busca, como uma sanguessuga, o endeusamento pessoal, a fim de submeter outros tantos às suas façanhas peçonhentas e venenosas. Tais ambiciosos, estão tão iludidos por esse novo evangelho, que acabam acreditando que o verdadeiro significado da ambição episcopal adere-se mais ao reconhecimento terreal, sob um autoritarismo místico fundamentado em fábulas, do que em uma repúdia social, seguindo a mensagem profética do próprio Mestre (Jo 17.14).


Por meio desse novo evangelho é que o título dominou o ministério, e conseguimos criar, ao invés de cristãos, demônios sedentos pelo reconhecimento. É nisso que se vincula o desejo pela autoridade autoritária, que se afasta do padrão bíblico, aumentando o valor do título ministerial e minorando o valor do evangelho da Graça. Consequentemente, tais títulos se revelam como uma máscara, uma camuflagem, a fim de maquiar o verdadeiro monstro que está por trás dele. Muitos, nesse desejo nauseante, ostentam desesperada e insanamente, serem consagrados a pastores, bispos ou apóstolos, no afã de valerem-se desse título como ponto de autoritarismo, enganando e sendo enganados. Quanta ignorância! Não percebem que, na verdade, não existem no verdadeiro evangelho “Pastor Fulano”, “Bispo Beltrano” ou “Apóstolo Cicrano”... Pelo contrário, existem apenas servos bons e fiéis ou servos infiéis... Muitos, ao serem separados para pastores já se acham os donos do mundo; detentores de uma autoridade irrefutável, inabalável e inquestionável! E ai de quem não se submeter aos seus caprichos egocêntricos!!!


Paulo nos dá um verdadeiro exemplo do que é o verdadeiro chamado. Em suas cartas, não se apresenta como Apóstolo Paulo, mas sim como Paulo, apóstolo e servo. Ele revela a autoridade a que estava revestido por meio de seus sofrimentos, de suas tribulações e nas perseguições que vivenciou, arrancando de si mesmo qualquer pretensão de ser um super-homem. Pelo contrário, Paulo, sequer, entregou a Deus o seu melhor; mas buscou entregar-se totalmente a Ele, incluindo-se, principalmente, as suas fraquezas e necessidades. Paulo percebia que era exatamente em suas fraquezas que o poder de Deus era aperfeiçoado (2Co 12.9). Logo, me pergunto: por que estes novos pastores, bispos e apóstolos, buscam tanto apresentar sua autoridade por meio de seus títulos ao invés de autenticar seus ministérios por meio de suas fraquezas e necessidades? Por que buscam ser tão fortes, ao invés de serem tão fracos? Por que apontam o título na frente do próprio nome, quando na verdade o correto seria, em reconhecimento de sua humanidade falida, apontar primeiro o nome e, em seguida, o seu ministério?

“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado PARA apóstolo, separado PARA o evangelho de Deus” (Rm 1.1).


Você almeja o episcopado ou o reconhecimento que um título, aparentemente episcopal, pode lhe auferir? Você é o Pastor Fulano de Tal ou é o Fulano de Tal, pastor segundo a vontade de Deus?

A paz do Senhor a todos!



Jordanny Silva,


Servo de Cristo, separado para pastor segundo a vontade de Deus!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Jus sanguini": o Direito de Sangue!!!

Em breve estaremos postando um texto explicativo... Por enquanto, fica o convite!!!

Assista ao vídeo abaixo:




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