quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mais heresias do Marco Feliciano...


Fonte: O Bereano

Link para o original, clique AQUI!

Título original: As Heresias do Marco Feliciano


1. Afirmou que O Consolador do crente é um anjo exclusivo vindo da parte de Deus Exclui-se aí o ministério do Espírito Santo - sua base bíblica é contraditória (fonte: DVD "Anjos Adoradores no céu, guardiões na terra);

2. Afirmou que toda cura que o homem recebe provém de um anjo exclusivo para isso: "o anjo da cura". Exclui-se aí a fé em Cristo e o poder do sacrifício que liberta, cura e salva. (fonte: DVD "Anjos Adoradores no céu, guardiões na terra);

3. Afirmou que Abraão, Isaque, Jacó, Moisés e outros líderes e patriarcas foram escolhidos por Deus para o cargo de CRISTO, mas fracassaram, Jesus porém não fracassou. Esta mesma visão é doutrinária na seita do Reverendo Moon, onde ele afirma que Jesus também fracassou, porém ele (Moon) não fracassou. (fonte: DVD 23º Congresso dos Gideões);

4. Fez apelo com a seguinte frase: "Se você quiser receber um pouco da minha unção, da unção que está sobre mim, venha á frente!". Lembre-se: A unção que está sobre a vida do homem é exclusiva de Deus. Ninguém pode ter a unção de ninguém! Tudo é de Deus!

Parem de divinizar pregadores e engolir qualquer coisa. Façamos como os de Beréia (Atos 17.11)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ótima resposta a mais umas das muitas heresias pregadas pelo Marco Feliciano!!!

Deixo disponível uma autêntica resposta bíblica para mais uma das heresias apresentadas pelo Marco Feliciano! Que possa servir de alerta aos incautos que vivem se deixando levar pelos grandes pregadores de nossa época... Cuidado, amados! Cuidado!
Batalhemos pela fé genuína! Batalhemos por um evangelho verdadeiro!!! Chega de heresia e invenção!
Para assistir no youtube clique AQUI!




domingo, 24 de janeiro de 2010

Carta aos apologistas - parte 2: Um chamado para boas obras!


Hoje no culto à noite, por diversas vezes notei o Espírito Santo falando autenticamente comigo. Em algumas delas até relutei em meu interior para não aceitar; mas não posso deixar de perceber que, quando a Palavra de Deus é direcionada às nossas vidas, não há como resistir.


Desse modo, decidi postar o presente texto. Primeiramente, devo asseverar que sempre tenho me identificado com diversos dos textos apologéticos. Aliás, todos os cristãos são convidados a batalharem pela fé genuína, em Cristo Jesus (Jd v. 3). O próprio Cristo se posicionou contra falsos mestres e falsos doutores com uma autoridade espiritual extraordinária.

Vejo muitos apologistas apresentando questões que, como pano de fundo, não revela o caráter de servidão e submissão à Palavra; mas o fazem apenas por vanglória. Vejo vários apologistas (incluo-me nesse rol) criticando e criticando pastores, obreiros e pregadores do evangelho em face de seus erros doutrinários, e concordo que isso deve ser feito. Contudo, um argumento válido e incontestável só alcança respaldo na verdade, quando se posiciona acerca de algo ou de alguém, por seu completo. Assim, percebo que tenho sido muito falho.

Diante disso, o que vou dizer e com todas as palavras, mesmo que alguns apologistas venham me atacar com veemência, não se revela um pedido de desculpas por ter apresentado, em alguns momentos em minhas pregações e textos escritos, erros doutrinários; apenas representa um reconhecimento pessoal de minha falha argumentativa ao não focar o que, muitos desses que foram objeto de minhas análises (seja por pregação verbal ou formal), têm feito enquanto um punhado de apologistas tem apenas se apresentado inerte.

Gostaria de frisar que, grande parte dos apologistas, não vive um verdadeiro evangelho voltado para o amor ao próximo. Atacamos e atacamos diversas igrejas, pastores e preleitores que, em relação ao amor ao próximo, têm feito muito mais do que um punhado de nós juntos. Vocês podem até dizer que, enquanto explanamos os abusos doutrinários, estamos demonstrando preocupação para com o nosso próximo; até certo grau eu posso concordar. Mas o que vejo é que a maioria de nós faz muito menos por meio de nossas críticas do que o verdadeiro evangelho exige de nós. Como diz o apóstolo Tiago, a fé sem obras é fé morta. E o que grande parte de nós, apologistas, temos feito, é viver um evangelho de profundo conhecimento, mas rasa em negação do próprio egoísmo e de atitude.

Apontamos os erros doutrinários de homens como René Terra Nova, Marcos Feliciano; de ministérios como a igreja Batista da Lagoinha, Sara Nossa Terra; mas, em demonstração de amor ao próximo e de preocupação com a questão social, num país que tem sofrido com a fome e a miséria, estamos muito distantes dele.

Agradeço a Deus que, por meio do Pb. Edson Rogeri, em nosso culto nesse domingo, percebi um grande ponto de falha em todos nós que temos nos empenhado no ministério apologético. Somos ótimos para criticar, e dedicamos um enorme espaço em nossos textos e púlpitos, para criticar; mas somos escusos ao apresentar os projetos e trabalhos que têm feito a diferença na vida de muitas pessoas que passam por necessidade. A própria Bíblia nos exorta a tomarmos uma atitude de auxílio em relação aos que passam por necessidade. Temos deixado de lado o primeiro amor. Sei que o principal, biblicamente falando, é cuidarmos da vida espiritual; mas temos nos esquecido que, uma pessoa que está passando por uma necessidade física, normalmente não conseguirá concentrar-se no que importa, enquanto estiver morrendo de fome. Nesse sentido, devo dizer que, grande parte das igrejas neopentecostais está dando de dez a zero na maioria dos apologistas. Viver um evangelho sem testemunho de boas obras, é viver um evangelho falso e tão corrupto quanto um evangelho que não se baseia na Palavra. Aliás, um evangelho sem testemunho de boas obras, não encontra fundamento algum na Palavra de Deus. Acredito que muitos que têm pregado heresias o têm feito por ignorância; e os desígnios do coração dos tais só serão revelados por Deus. Em contrapartida, muitos de nós, que somos apologistas, nos vinculamos a uma parte da doutrina bíblica, abandonando, conscientemente, a outra parte. Lanço, pois, a seguinte pergunta: será que não seremos, no último dia, desconhecidos por Deus? A justificativa de que sempre tivemos zelo pela Palavra de Deus, em questões doutrinárias, revelará absurda mentira de nossa parte, uma vez que temos consciência de que a Palavra nos ordena a vivermos o amor por meio das boas obras, dentre as quais, está a ajuda aos necessitados.

Somos todos hipócritas em grande parte do tempo. Considero-me um apologista e continuarei denunciando abusos doutrinários; mas não posso deixar de denunciar pontos em que eu mesmo tenho sido falho e que a maioria dos apologistas também têm sido.

Fica o presente texto para reflexão! Creio que não há necessidade de citar textos bíblicos a fim de corroborar o que escrevi: a própria consciência de muitos irá fazer o trabalho. Se não, creio que o Espírito Santo trabalhará o convencimento!

Gostaria, por fim, que você desse uma lida no texto: Carta aos apologistas - Parte 1


A paz do Senhor a todos!!!


Jordanny Silva

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Prólogo de refutação ao Encontro - O que negaríamos pela Verdade?

Admiro-me da capacidade que temos de negar a Verdade em face de nosso orgulho ou do que temos de maior valor em nossas vidas... A negação da Verdade é algo muito mais comum do se imagina... Quando insistimos em algo que está em desacordo com a Palavra, negamos a Verdade... O problema em nossa contumaz negação da Verdade, é que, se não nos arrependermos, um dia seremos negados por Ela... Mas se negarmos as outras coisas, por mais importantes que sejam, por amor à Verdade, um dia seremos recebidos por Ela... A grande questão acerca da Verdade, meus caros, é que Ela não é um objeto a ser conquistado, senão a teríamos por merecimento; a Verdade é um Sujeito a quem deveríamos submissão e para quem deveríamos viver, a quem alcançamos por graça... Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida... O que seríamos capazes de negar pela Verdade??? Pensem nisso!

Jordanny Silva

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

2010: Uma mensagem otimista!


Alguns que me conhecem bem, ao lerem o título desta postagem, devem ter dado um pulo da cadeira e perguntado, o que está havendo com o Jordanny? Entretanto e, na verdade, este título apenas foi escrito para chamar a atenção da galera que depende de uma mensagem “positiva” tal como o viciado depende de uma dose cada vez mais forte de uma droga para se manter em um estado de ilusão... É incrível o ponto em que nós chegamos; a nossa dependência de Deus foi trocada pela dependência em palavras de conforto e com um toque de otimismo, que nos leva a um estágio cada vez mais profundo de entorpecimento mental, fazendo-nos acreditar, diariamente, que tudo vai melhorar. É muita ilusão fabricada, demoniacamente, com o único propósito de condicionar a mente da maior parte das pessoas para acreditarem em uma falsa realidade... E o pior é que esse tipo de mensagem vende mais do que qualquer coisa neste mundo! Lembro de um trecho do livro “1984” de George Orwell, que fala acerca da Loteria, o qual é apresentado a seguir:

“Estavam falando da Loteria. A uns trinta metros de distância, Winston olhou para trás. Ainda discutiam, rosto apaixonado, febril. A Loteria, com seus enormes prêmios semanais, era o acontecimento público a que os proles davam a maior atenção. Era provável que houvesse milhões de proles para quem a Loteria era o principal senão o único motivo de continuar a viver. Era o seu deleite, sua loucura, seu anódino, seu estimulante intelectual. Quando se tratava da Loteria, até gente que mal sabia ler e escrever fazia intrincados cálculos e fantásticas proezas de memória. Havia um exército de homens que ganhava a vida graças à simples venda de sistemas, previsões e amuletos. Winston nada tinha que ver com a exploração da Loteria, que era administrada pelo Ministério da Fartura, mas sabia (como sabiam todos do Partido) que em grande parte os prêmios eram imaginários. Na realidade, só eram pagas pequenas quantias, sendo pessoas inexistentes os ganhadores da sorte grande. Na ausência de qualquer intercomunicação real entre uma parte e outra da Oceania, não era difícil arranjar isso.” (Grifo meu)

Esse pequeno trecho do livro acima citado, nos dá uma idéia de como a nossa sociedade vive: dia após dia, sendo alimentados por ilusões e esperanças construídas com o intuito único de nos afastar da realidade. Ah! Com é bom fugir da realidade! Não critico aqui o fato de se acreditar que um dia, mediante a justiça sobrenatural de Deus, iremos experimentar um mundo completamente diferente deste em que vivemos. Essa é uma promessa que não falhará! Contudo, nosso fundamento de fé e de esperança está na Palavra e tudo que foge ao contexto e determinação insertos na Palavra é mentira e ilusório! A Palavra não traça qualquer melhoria para este mundo até a volta do Senhor Jesus... Logo, acreditar em uma palavra otimista de que em 2010 tudo vai melhorar é quase que colocar-se em contradição com a própria Bíblia! Acredito, sim, que em 2010 coisas realmente boas podem acontecer na sua vida, mas, de um aspecto macro e, seguindo uma lógica bíblica, toda a situação mundial vai continuar piorando e, quem sabe, até mesmo você pode ser atingido. Logo, a mensagem que atinge o aspecto mais “positivo”, conotativamente falando, é aquela que realça a realidade e a verdade em relação às condições mundiais atuais, as quais seguem, segundo o propósito divino, para um colapso nunca antes experimentado pela humanidade.

Alguns vão argumentar: nossa, Jordanny, como você é negativo? E eu posso responder de forma categórica com algumas perguntas: Qual a sua idéia acerca do que é negativo ou positivo? Qual a sua idéia acerca do que otimismo e pessimismo? Sabia que se você ler a Bíblia, segundo o padrão humano, ela representa um dos livros mais pessimistas e negativos que existem? Você sabia que o próprio Cristo apresentou uma mensagem completamente negativa em relação ao padrão humano? Você prefere crer e viver a verdade, ou prefere depender de uma dosagem cada vez maior de “palavras positivas” para entorpecer sua mente e distanciar-se da realidade nua e crua que está diante dos seus olhos? A decisão está em você, continuar vivendo com dosagem cada vez maior de um positivismo demoníaco, ou viver a realidade do evangelho e a esperança tão somente em Cristo... A sua fé está respaldada nas palavras positivas e otimistas que saem da sua boca, ou no Deus que proferiu e determinou o juízo a este mundo corrupto e que se deteriora mais, dia após dia, como um corpo em fase de putrefação?

Desejo um 2010 de alegria plena pelo conhecimento e experimento da Verdade e não pela utilização de doses cada vez mais intensas de ilusões e apresentados por esse positivismo podre que nega e eficácia da Palavra de Deus!

O tempo de mudança, caro ledor, é hoje! Não se deixe enganar por palavras transbordantes de emoção, mas vazias de verdade! Viva a plenitude da verdade de Cristo e em Cristo!

A paz do Senhor a todos!

Jordanny Silva

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Por que muitos pregadores e cantores estão priorizando as teorias de Augusto Cury?


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Folheie um livro de autoajuda do respeitado psiquiatra, cientista e autor de best-sellers Augusto Cury e você descobrirá de onde vem a inspiração para mensagens da moda, pregadas ou cantadas, como “Ouse sonhar”, “Seja um sonhador”, “Sonhador não morre”, “Não desista dos seus sonhos”, etc.

Segundo as teorias do acadêmico Augusto Cury, um sonhador não precisa de Deus, necessariamente. Basta sonhar. “Se os seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11). Ou seja, tudo gira em torno da capacidade de sonhar.

A Palavra do Senhor, entretanto, mostra que a vontade de Deus está acima dos nossos sonhos, ainda que não seja pecado ter projetos e desejos. José, que é um dos personagens mais citados pelos pregadores de autoajuda, nunca sonhou — de olhos abertos — que seria o governador do Egito, mas recebeu Ajuda do Alto, sendo conduzido a tal posição.

“Nunca desista dos seus sonhos”, diz Cury. Mas isso não vale para o salvo. Se for preciso desistir de projetos, ainda que sejam bons, a fim de agradar a Deus, devemos fazer isso. Davi e Paulo, por exemplo, abandonaram seus excelentes sonhos (planos), para cumprir a prioritária vontade do Senhor (2 Sm 7; At 16.6-10). Afinal, “Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR, a resposta da boca” (Pv 16.1).

É claro que podemos sonhar de olhos abertos! Mas sabemos que o nosso Deus pode nos abençoar além do que sonhamos. Não é isso que está escrito em Efésios 3.20? “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera”.

As teorias de Augusto Cury fundamentam-se na valorização das potencialidades humanas, e não na dependência do poder de Deus (1 Pe 5.6; 2 Co 4.7). Veja: “Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11).

Na verdade, os sintomas enumerados por Cury são de pessoas que não têm a certeza da salvação através de Jesus Cristo! Afinal, foi Ele mesmo, o Senhor, quem falou: “sem mim nada podereis fazer” (Jo 15.5). Sem Ele, os melhores sonhos são insuficientes para nos tornar felizes.

Cury também afirma: “A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, e a ausência dos sonhos transforma milionários em mendigos. A presença de sonhos faz de idosos, jovens, e a ausência de sonhos faz dos jovens, idosos” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12). Será que os milhões de miseráveis, que vivem sobretudo no continente africano, não sonham?

O aludido cientista ignora que o que pode fazer uma pessoa verdadeiramente feliz é o Senhor Jesus habitando a sua vida (Jo 14.23). “Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12).

É claro que a uma pessoa que não conhece o Senhor Jesus as teorias de Augusto Cury parecerão um achado, uma grande descoberta. Mas não se justifica o fato de os pregadores e cantores (e seus compositores) — que se dizem seguidores do Senhor Jesus — abraçarem a autoajuda, ignorando que, para o salvo, a Ajuda do Alto é muito mais valiosa e prioritária. Não sabem eles que é o Senhor quem renova as nossas forças (Is 40.28-31) e dirige os nossos passos (Sl 37.23), ao contrário do que afirma Cury?

Por que vários pregadores e cantores insistem em trocar a permanente Ajuda do Alto pela ilusória autoajuda? Das duas, uma: ou eles ainda não entenderam o que é o evangelho (e, nesse caso, são eles salvos, verdadeiramente?); ou estão enganando o povo de Deus por causa da avareza (2 Pe 2.1-3). Afinal, a autoajuda é imediatista, antropocêntrica, e seus conceitos, agradáveis aos ouvidos (2 Tm 4.1-5).

É triste, mas as principais celebridades evangélicas — pregadores e cantores — não querem saber da cruz de Cristo e seus auspiciosos e maravilhosos efeitos. Preferem o jargão da autoajuda, que gira em torno de sonhos que jamais vão morrer, mudança de história, vitória com sabor de mel ante a vergonha dos desafetos, etc.

Não há dúvidas de que a maioria das pessoas valoriza mais os bordões da moda, como “Acredite nos seus sonhos”, do que esta verdade eterna: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele tudo fará” (Sl 37.5). Mas, ao contrário do que assevera a autoajuda, não devemos ser dirigidos pelo nosso eu, e sim pelo Senhor, o nosso Ajudador (Lc 9.23; Hb 13.5,6). Que os pregadores não se esqueçam do que está escrito em Tito 2.1: “Tu, porém, fala o que convém a sã doutrina”.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Não Desperdice o Seu Pulpito!

Estamos cansados de tanto engodo empurrado goela-abaixo dos nossos irmãos em Cristo! Acho realmente incrível o fato de diversos pastores e obreiros terem ciência de algumas heresias, mas fazerem vistas grossas. Outros vão além: pregam de tudo, menos acerca da Palavra... Seria essa a nova face do evangelho de Cristo? Por que tanto engano e inverdades levadas como se verdade fossem? Pastores, vocês compreendem a seriedade do ministério de vocês?
Que o vídeo abaixo possa nos fazer refletir:

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Assista também pelo Youtube clicando AQUI!