sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Por que muitos pregadores e cantores estão priorizando as teorias de Augusto Cury?


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Folheie um livro de autoajuda do respeitado psiquiatra, cientista e autor de best-sellers Augusto Cury e você descobrirá de onde vem a inspiração para mensagens da moda, pregadas ou cantadas, como “Ouse sonhar”, “Seja um sonhador”, “Sonhador não morre”, “Não desista dos seus sonhos”, etc.

Segundo as teorias do acadêmico Augusto Cury, um sonhador não precisa de Deus, necessariamente. Basta sonhar. “Se os seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11). Ou seja, tudo gira em torno da capacidade de sonhar.

A Palavra do Senhor, entretanto, mostra que a vontade de Deus está acima dos nossos sonhos, ainda que não seja pecado ter projetos e desejos. José, que é um dos personagens mais citados pelos pregadores de autoajuda, nunca sonhou — de olhos abertos — que seria o governador do Egito, mas recebeu Ajuda do Alto, sendo conduzido a tal posição.

“Nunca desista dos seus sonhos”, diz Cury. Mas isso não vale para o salvo. Se for preciso desistir de projetos, ainda que sejam bons, a fim de agradar a Deus, devemos fazer isso. Davi e Paulo, por exemplo, abandonaram seus excelentes sonhos (planos), para cumprir a prioritária vontade do Senhor (2 Sm 7; At 16.6-10). Afinal, “Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR, a resposta da boca” (Pv 16.1).

É claro que podemos sonhar de olhos abertos! Mas sabemos que o nosso Deus pode nos abençoar além do que sonhamos. Não é isso que está escrito em Efésios 3.20? “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera”.

As teorias de Augusto Cury fundamentam-se na valorização das potencialidades humanas, e não na dependência do poder de Deus (1 Pe 5.6; 2 Co 4.7). Veja: “Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11).

Na verdade, os sintomas enumerados por Cury são de pessoas que não têm a certeza da salvação através de Jesus Cristo! Afinal, foi Ele mesmo, o Senhor, quem falou: “sem mim nada podereis fazer” (Jo 15.5). Sem Ele, os melhores sonhos são insuficientes para nos tornar felizes.

Cury também afirma: “A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, e a ausência dos sonhos transforma milionários em mendigos. A presença de sonhos faz de idosos, jovens, e a ausência de sonhos faz dos jovens, idosos” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12). Será que os milhões de miseráveis, que vivem sobretudo no continente africano, não sonham?

O aludido cientista ignora que o que pode fazer uma pessoa verdadeiramente feliz é o Senhor Jesus habitando a sua vida (Jo 14.23). “Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12).

É claro que a uma pessoa que não conhece o Senhor Jesus as teorias de Augusto Cury parecerão um achado, uma grande descoberta. Mas não se justifica o fato de os pregadores e cantores (e seus compositores) — que se dizem seguidores do Senhor Jesus — abraçarem a autoajuda, ignorando que, para o salvo, a Ajuda do Alto é muito mais valiosa e prioritária. Não sabem eles que é o Senhor quem renova as nossas forças (Is 40.28-31) e dirige os nossos passos (Sl 37.23), ao contrário do que afirma Cury?

Por que vários pregadores e cantores insistem em trocar a permanente Ajuda do Alto pela ilusória autoajuda? Das duas, uma: ou eles ainda não entenderam o que é o evangelho (e, nesse caso, são eles salvos, verdadeiramente?); ou estão enganando o povo de Deus por causa da avareza (2 Pe 2.1-3). Afinal, a autoajuda é imediatista, antropocêntrica, e seus conceitos, agradáveis aos ouvidos (2 Tm 4.1-5).

É triste, mas as principais celebridades evangélicas — pregadores e cantores — não querem saber da cruz de Cristo e seus auspiciosos e maravilhosos efeitos. Preferem o jargão da autoajuda, que gira em torno de sonhos que jamais vão morrer, mudança de história, vitória com sabor de mel ante a vergonha dos desafetos, etc.

Não há dúvidas de que a maioria das pessoas valoriza mais os bordões da moda, como “Acredite nos seus sonhos”, do que esta verdade eterna: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele tudo fará” (Sl 37.5). Mas, ao contrário do que assevera a autoajuda, não devemos ser dirigidos pelo nosso eu, e sim pelo Senhor, o nosso Ajudador (Lc 9.23; Hb 13.5,6). Que os pregadores não se esqueçam do que está escrito em Tito 2.1: “Tu, porém, fala o que convém a sã doutrina”.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Não Desperdice o Seu Pulpito!

Estamos cansados de tanto engodo empurrado goela-abaixo dos nossos irmãos em Cristo! Acho realmente incrível o fato de diversos pastores e obreiros terem ciência de algumas heresias, mas fazerem vistas grossas. Outros vão além: pregam de tudo, menos acerca da Palavra... Seria essa a nova face do evangelho de Cristo? Por que tanto engano e inverdades levadas como se verdade fossem? Pastores, vocês compreendem a seriedade do ministério de vocês?
Que o vídeo abaixo possa nos fazer refletir:

Fonte: Voltemos ao Evangelho

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O Poder do Evangelho e os Sofismas da Nossa Época


Por Dave Hunt


A santidade e a justiça de Deus exigem que os pecadores sejam eternamente separados dEle. Ser cortado completa e eternamente daquele Amor pelo qual se foi criado equivalerá a arder com uma sede que se tornará cada vez mais insuportável. Mesmo assim, Deus, graciosa e gratuitamente oferece salvação dessa que é a mais terrível condenação. "O evangelho da graça de Deus" declara que Deus se tornou homem através de um nascimento virginal; que esse homem-Deus imaculado morreu pelos nossos pecados, satisfazendo Sua própria justiça através do sofrimento do castigo eterno que nós merecemos; que Ele ressuscitou ao terceiro dia; e que todos aqueles que crêem nEle são perdoados e recebem a vida eterna como um dom gratuito. A salvação é tão simples – e maravilhosa –; ela deve ser pregada com essa simplicidade.


O Evangelho puro que convence os ouvintes

Não são as credenciais acadêmicas, a oratória brilhante ou a persuasão do pregador, porém o Evangelho puro que convence os ouvintes. Não devemos atentar para sabedoria humana e zelo, a fim de embelezar, melhorar, ou de qualquer forma fazer o Evangelho mais atrativo para os perdidos. O Evangelho, apresentado em sua imutável pureza, é a mensagem que o Espírito Santo honra convencendo e dando convicção àqueles que O ouvem (Jo 16.8-11). Essa verdade deve voltar a concentrar a atenção dos evangélicos!


Ao contrário da crença popular, perícia na pregação (a "homilética" ensinada no seminário) não tem capacidade de ajudar, antes atrapalha a comunicação do Evangelho. O domínio da oratória ou das técnicas de vendas mais recentes pode ser útil numa profissão secular, mas não "na loucura da pregação". A não ser que tais metodologias e capacidades sejam colocadas de lado para proclamar a verdade de Deus, elas obscurecem o Evangelho.

Mesmo que o acima exposto possa parecer uma perspectiva extremista e anti-intelectual, tal foi o ensinamento e a prática do apóstolo Paulo. Rabino bem instruído, Paulo era, sem dúvida, um eloqüente orador que podia influenciar qualquer platéia. Todavia, na pregação do Evangelho, ele deliberadamente deixava de lado a "ostentação de linguagem" (1 Co 2.1) e cuidadosamente evitava as "palavras ensinadas pela sabedoria humana" (v. 13). Sabendo que suas próprias idéias, embelezamentos e habilidades persuasivas eram empecilhos ao invés de auxílios, o grande apóstolo ficou diante de sua audiência "em fraqueza, temor e grande tremor" (v. 3). Devemos proceder da mesma forma.


Paulo declarou que a sabedoria de palavra anula a cruz de Cristo (comp. 1 Co 1.17). Portanto, ele determinou que sua pregação não consistiria em "linguagem persuasiva de sabedoria [humana], mas em demonstração do Espírito e de poder" para que a fé de seus convertidos "não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus" (1 Co 2.4-5). Todavia, muitos cristãos bem-intencionados fazem exatamente o que Paulo evitava, convencidos de que o Evangelho e o Espírito Santo necessitam da ajuda do conhecimento, da persuasão psicológica e de uma embalagem promocional moderna. Conseqüentemente, a fé de muitos crentes hoje está firmada na sabedoria humana em vez de no poder de Deus – podendo assim, da mesma forma, ser minada por argumentos humanos.

Comprometimento e negação do Evangelho


O Evangelho está sendo comprometido e até mesmo negado por muitos cristãos confessos. Os termos "espiritual" ou "espiritualidade" legitimam muito engano. "Espiritualidade" agora é evidenciada pelo ecumenismo e realçada pelas técnicas da Nova Era. A revista evangélica americana Christianity Today (Cristianismo Hoje) de 11/8/93 referiu-se favoravelmente a respeito de um movimento rumo à maturidade espiritual aparentemente muito espalhado. Infelizmente, na sua promoção de "espiritualidade moderna", a Christianity Today apela para Richard Foster e suas técnicas de "oração contemplativa", que envolvem a passividade e a visualização ensinadas por ocultistas como Inácio de Loyola (fundador dos jesuítas) e Agnes Sanford (veja os livros "A Sedução do Cristianismo" e "Escapando da Sedução"). Muitos artigos [da revista] sustentam que o catolicismo romano faz parte de um "cristianismo sadio".


Introduzindo um artigo principal, o editor executivo da Christianity Today exalta o místico católico romano Thomas Merton por ter aberto um caminho para um relacionamento mais profundo com Deus, embora Merton, um seguidor da Nova Era, rejeitasse o Evangelho, sem cuja aceitação não se pode conhecer a Deus.


Motivação da pregação do Evangelho: o amor

Não são metodologias ou técnicas, mas verdade e amor que iniciam e amadurecem a vida espiritual no crente. Tampouco o genuíno amor por Deus e pelos outros pode brotar de qualquer outra coisa a não ser da aceitação e do reconhecimento do Evangelho (1 Jo 4.19). Aquela "velha história" revela o amor de Deus. Aqueles que a pregam em verdade devem ser motivados e fortalecidos por esse mesmo amor.


Bem, talvez você diga: "Eu não sou pastor ou pregador, e, assim sendo, recomendações tratando da pregação do Evangelho não se aplicam ao meu caso." "A loucura da pregação" inclui compartilhar de Cristo por sobre a cerca com um vizinho, ou com um amigo pelo telefone. O mandamento de Cristo para "pregar o evangelho" e "fazer discípulos" – a chamada "Grande Comissão" de Marcos 16.15 e Mateus 28.18-20 – se aplica igualmente a qualquer cristão do passado, do presente ou do futuro. Esse fato está claro nas palavras de Cristo, "ensinando-os (aos convertidos) a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado" (Mt 28.20). Os primeiros discípulos de Cristo deveriam ensinar seus convertidos a obedecer cada mandamento que Ele tinha dado a eles – incluindo pregar o Evangelho e ensinar seus convertidos a obedecer todos os mandamentos de Cristo igualmente. E assim até chegar aos nossos dias. Nós também devemos obedecer a tudo quanto Ele ordenou aos primeiros doze.


Cada convertido a Cristo é ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo

Essas afirmações de Cristo corrigem uma quantidade de enganos populares, tais como a idéia de que Seus ensinamentos nos quatro Evangelhos são apenas para Israel, ou apenas para serem obedecidos no Milênio, e, assim sendo, não seriam para a Igreja hoje. Também fica eliminada a idéia de que "o evangelho do reino" que Cristo e Seus discípulos pregaram antes da cruz é, de alguma maneira, diferente daquele que é pregado para nós hoje. E uma das principais fontes do engano católico romano – que o papa é o sucessor de Pedro e que somente os integrantes da hierarquia de padres, bispos, cardeais, etc. são os sucessores dos outros apóstolos – também é desmentida. Cada convertido a Cristo é igualmente ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo para obedecer tudo o que Cristo ordenou aos doze primeiros e conseqüentemente a agir usando toda a capacidade pela qual Ele os treinou e os comissionou.

Novos métodos e inovações


O Evangelho é a única solução para o problema do efeito destrutivo do pecado na vida diária. Ainda assim, muitos evangélicos perderam sua fé no poder do Evangelho e imaginam que algo mais é necessário; sejam programas atrativos, aconselhamento psicológico ou novas revelações de profetas modernos. Paulo se referiu à "loucura da pregação" porque o Evangelho simples que ele pregava era desprezado. O mesmo acontece em nossos dias.


Em contraste com a simplicidade e pureza do Evangelho apresentado nas Escrituras, novos métodos e inovações estão sendo empregados hoje. O Evangelho não é mais considerado como suficiente por si próprio. Atualmente é ensinado que crer no Evangelho poderá deixar hostes de demônios escondidos interiormente, remanescentes de pecados passados ou até mesmo de gerações anteriores. A Bíblia chama aquele que crê no Evangelho de "nova criatura" em Cristo; para quem "as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17; Gl 6.15). Negando essa clara verdade, "ministérios de libertação" têm surgido em grande número para expulsar os demônios dos cristãos.


A Batalha espiritual


O Evangelho simples foi tudo o que os apóstolos precisaram e usaram. Ainda assim, muito tem sido acrescentado hoje em dia. Considere, por exemplo, a nova crença de que muitos cristãos (especialmente missionários regressantes) que passam por uma crise de "estresse" ou "esgotamento" desenvolvem múltiplas personalidades – outra heresia da psicologia. De acordo com o que se alega, a "libertação" se dá quando cada uma dessas personalidades é levada a crer em Cristo para a salvação! Estreitamente relacionado a isso está o "mapeamento espiritual", outra nova "febre" que Christianity Today chama de "uma técnica complicada e controvertida desenvolvida pelo missiólogo C. Peter Wagner, que alega poder identificar as fortalezas satânicas numa cidade..."

Há algum tempo lemos sobre a "Conferência Norte-Americana de Mapeamento Espiritual" que oferecia "uma metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas nas localidades norte-americanas":


A conferência foi promovida pelo "Sentinel Group" ("Grupo Sentinela") de Lynnwood (Estado de Washington, EUA), e atraiu 130 pastores, líderes leigos, e missionários convidados de 30 estados e províncias... A "crescente influência das novas e poderosas forças espirituais no continente" necessitam de tal pesquisa, disse o presidente do "Grupo Sentinela", George Otis, Jr... Um Guia de Mapeamento Espiritual distribuído na conferência esboçava maneiras pelas quais os participantes poderiam pesquisar, através de muita oração, os grilhões sociais, a escravidão, e as barreiras espirituais de suas respectivas comunidades. (NIRR)


Algumas questões se levantam imediatamente. Novas forças espirituais? Existe uma nova espécie de demônios mais inteligentes ou poderosos do que aqueles enfrentados pela igreja primitiva? Se o Evangelho necessita de tal ajuda, por que a Bíblia não menciona nada disso? Por que esses métodos não foram praticados nem ensinados por Cristo e pelos apóstolos? Como Paulo poderia ter "transtornado o mundo" (At 17.6) através da evangelização do Império Romano pagão, sem empregar essas técnicas? Paulo teria alcançado maior sucesso se tivesse usado "mapeamento espiritual" e empregado a nova "metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas"?


Os casos de Corinto e Éfeso


Corinto, a cidade grega mais esplendorosa e próspera, o centro do comércio entre o Oriente e o Ocidente, claramente era tão escravizada por Satanás quanto qualquer cidade hoje em dia. O culto de Afrodite, a deusa do amor e da beleza, cujo exemplo mítico encorajou promiscuidade sexual e perversão, há muito havia florescido ali. Quando Paulo desembarcou em Corinto (por volta de 50 d.C.), o grandioso templo de colunas de Apolo tinha dominado o centro comercial da cidade (onde a maior parte da carne vendida para consumo era primeiramente oferecida aos ídolos) por 600 anos. Ainda assim, não encontramos nenhum indício de que Paulo tenha se empenhado no "mapeamento espiritual" das forças demoníacas em Corinto. Ele confiava que o Evangelho, única e exclusivamente, poderia resgatar os pagãos das garras de Satanás: "Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado" (1 Co 2.2).

Ou considere a cidade de Éfeso, cuja riqueza se devia, em grande parte, à venda de imagens da deusa Diana. O templo dela era o centro da vida em Éfeso e, como em todas as situações de idolatria, envolvia prostituição, orgias sexuais e toda sorte de depravações. Se alguma vez um povo foi aprisionado por Satanás e seus subordinados, estes foram os efésios. Mesmo sem "mapeamento espiritual" ou outras técnicas de "libertação" promovidas atualmente, multidões vieram a Cristo e a igreja formada ali esteve entre as mais fortes e verdadeiras. Sim, Paulo os fez lembrar que a batalha da qual participavam não era contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra as forças espirituais do mal espalhadas nas regiões celestiais (Efésios 6.10-12). Contudo, ele não deu qualquer indício de que essas forças demoníacas devessem ser mapeadas ou rastreadas, ou que as técnicas psicológicas para tratamento com personalidades múltiplas devessem ser empregadas. Os crentes deveriam permanecer firmes na fé, vestidos com a armadura de Deus, sua única arma, "a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (v. 17).


A experiência espiritual mais elevada

A "velha história de Jesus e seu amor", como diz o clássico hino, "é sempre nova" e mais amada por "aqueles que a conhecem melhor." Nós nunca iremos avançar, nem mesmo na eternidade, a uma experiência espiritual ou um entendimento mais elevado do que aqueles produzidos pela fé no Evangelho simples que nos salva. O fato de que Deus nos amou tanto, a ponto de se tornar homem, e, mesmo odiado, rejeitado, desprezado e crucificado, ter morrido em nosso lugar para reconciliar os pecadores consigo mesmo sempre será, para as almas resgatadas, a fonte de amor, alegria e adoração no céu. Por toda a eternidade nunca teremos uma canção mais nova ou melhor do que a "velha história" que sempre é nova.


"Digno és... porque foste morto e com o teu sangue [nos] compraste para Deus", é o mais elevado louvor possível para os redimidos na presença de Deus (Ap 5.9). Nisso consiste o segredo da alegria daqueles que habitam o céu. Por que, então, alguns cristãos andam deprimidos, inseguros, egoístas, terrenos no modo de pensar e faltos de amor, alegria, paz e vitória em Cristo? A "velha história de Jesus e Seu amor" se tornou, de fato, velha para eles, negligenciada e esquecida. Eles não necessitam de aconselhamento psicológico, mas de um retorno ao seu "primeiro amor" (Ap 2.4). Nós precisamos meditar incessantemente sobre essa verdade supremamente maravilhosa, o simples Evangelho, que sozinho inflama o amor genuíno e a gratidão sincera que devemos, continuamente, expressar a nosso Senhor.

É louvável se alguém, preocupado em conhecer melhor a Deus, estuda grego. Contudo, se a habilidade nessa língua fosse essencial para conhecer a Palavra de Deus e viver uma vida cristã mais frutífera, então seria de se esperar que os gregos fossem o povo mais parecido com Cristo e o mais frutífero dentre todos, e Deus exigiria de nós todos a capacidade de falar grego. Obviamente os gregos nos dias de Cristo e de Paulo conheciam sua língua nativa muito melhor do que os estudantes modernos desse idioma, mas, mesmo assim, eles enfrentaram tanta dificuldade para viverem uma vida cristã quanto qualquer outro. O relacionamento de amor que Deus deseja carece apenas de um coração sincero e confiante no qual possa crescer.


"Oh!, o mais maravilhoso de tudo...", disse um compositor, "é que Deus me ama!" Isso é tão simples que até mesmo uma criança pode crê-lo, mas tão profundo que levaremos toda a eternidade para começar a sondar as profundezas desse amor! O amor de Deus é revelado no fato de ter Cristo morrido em nosso lugar! Certamente aqueles que experimentaram esse amor devem ser impelidos, pelo mesmo amor, a falarem a outros sobre a salvação disponível através da graça de Deus. Somente esse reconhecimento do amor e da graça de Deus, impelido pelo Evangelho, é que transforma pecadores em santos alegres e vitoriosos – e continua a manter esses santos na alegria e na vitória agora e para sempre.



segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Carta de um apóstolo a seu bispo...

Nota: Não são todas as posições do Caio que eu concordo... Na verdade, concordo com ele em poucos pontos. Mas a realidade é que, neste texto, o Caio mandou muito bem!

Por Caio Fabio

Paulinho, apóstolo pela unção do mover dos últimos dias, líder na prosperidade e na conquista, a Timmy, verdadeiro filho na obediência a tudo o que digo, e que nada tem a dizer em contrário, pois sabe que Deus fere a quem mexe com um ungido do Senhor — fé e obstinação neste ano de Elias e de Gideão, conforme a fé de Abraão, e o poder dos 318 na Fogueira Santa de Israel.

Quando eu estava de viagem, rumo à Disney, roguei que permanecesses ainda em São Paulo para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina, nem se ocupem com sites sobre a Graça, que, antes, promovem discussões do que o serviço de nossa causa.

Ora, o intuito da presente admoestação visa levar todos ao temor e ao medo, ajudando-os a abandonarem suas próprias consciências a fim de seguirem apenas a nossa.

Desviando-se algumas pessoas de nossa Visão de prosperidade, quebra de maldiçoes, células e moveres, perderam-se em loquacidade frívola, pretendendo passar por mestres de uma “outra Visão de Deus”, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações, dizendo que estamos contra o que Jesus ensinou.

Sabemos, porém, que a Visão é boa, se alguém dela se utiliza de modo safo, tendo em vista que não se promulga a Visão para quem é lúcido de espírito, mas sim para gente fraca, infeliz, pagã de mente, cheia de tragédias, e, sobretudo, para todos quantos não se opõe à Visão Apostólica (que se sintam culpados o suficiente para fazerem o que mandamos), segundo o mover que recebemos, e do qual fui encarregado pelos Apóstolos do Brasil.

Sou grato para com aquele que me deu a Visão, que me considerou fiel, designando-me para o ministério,da expropriação indébita e da catividade dos homens, pois, se vão dar de dinheiro para alguma coisa, que seja então para nós, em cujas mãos o dinheiro terá bom uso.

A mim, que, noutro tempo, era frio, crente, amante da Palavra, mas pobre e derrotado, me foi dada a Visão.

Transbordou, porém, a PROSPERIDADE DE DEUS, e foi me deixando cada vez mais rico, conforme a fé de Abraão e as correntes de prosperidade que fiz.

Fiel é a palavra de DETERMINAÇÃO e digna de toda aceitação: que nós, os da Visão Apostólica, recebemos de Jesus Cristo o poder de falar e vermos as coisas acontecerem conforme o nosso COMANDO.

Mas, por esta mesma razão, me foi concedida a fé para prevalecer sobre os outros e ver meu ministério maior e mais poderoso, visto que de nada adianta a eternidade sem muito poder, dinheiro e fama no tempo presente. Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos, por meio de nossa prosperidade e poder sobre os homens. Amém!

Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timmy, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate, que é arrancar dos ímpios a grana deles, até o fim; isso mantendo a determinação, pois, essa coisa de boa consciência é para crente à antiga, não para nós, que, pela Visão, fomos postos acima dessas coisas básicas; posto que os que não fazem como nós fazemos, estarão sempre sem prosperidade ministerial e na vida pessoal.

E dentre esses se contam Caio, Brega, Marcelo, Chico e outros; os quais entreguei a Satanás para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem contra a Visão.Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos, por meio de nossa prosperidade e poder sobre os homens. Amém!

Não se esqueça que nossa prioridade é conquistar o Brasil, tendo os governadores, deputados, presidentes e demais autoridades em nossas mãos; sim, todos os que se acham investidos de autoridade; para que vivamos vida rica e abastada, ainda que percamos a piedade e o respeito.

Isto é bom e aceitável diante de mim, que sou o Pai da Visão.

Ora, é meu desejo que todos os homens sejam envolvidos em nossos grupos e células, até que todos sejam como eu e conforme o nosso Curso Acerca da Visão e dos Moveres.

Porquanto há uma só Visão e uma só mediadora entre Deus e os homens, a nossa Visão e a freqüência às nossas campanhas e Fogueiras Santas; a qual, a Visão, tem o poder de fazer todos os homens ficarem ricos, e assim, darem mais para nós.

Para isto fui designado Profeta e Apóstolo (afirmo a verdade, não minto), mestre dos crentes inseguros na fé e na verdade (melhor público alvo para nós!).

Quero, portanto, que os homens dêem muito, enquanto levantam as mãos nos cultos, ainda que com ira e animosidade.

Da mesma sorte, que as mulheres, em traje de peruas, se ataviem com opulência, com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, sem esquecer de darem esmolas para as creches fantasmas que criamos (como é próprio às mulheres que professam ser da Visão).

A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão, pois o que lhe cabe é contribuir; a menos que ela venha a tornar-se uma Bispa da Visão.

Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja; pois, por meio dele, pode-se ficar rico e poderoso.É necessário, portanto, que o bispo seja malandro, safo, aparentando ser esposo de uma só mulher, destemperado, expansivo, capaz de se gabar da Visão, sem muita sensibilidade, apto para enganar; dado ao vinho pra esquentar antes de entrar no palco, violento se necessário, porém com cara de bonzinho; ainda que goste de contendas, seja avarento. É muito importante, todavia, manter as aparências, por isto, ele deve ser alguém que mostre governar bem a própria casa, criando os filhos na igreja e na Visão, com toda a aparência de coisa boa (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da minha igreja e da minha Visão?); que seja jovem a fim de impressionar, pois há grande poder na soberba de um jovem imaturo e cheio de cobiça conforme o espírito de nossa Visão.

Também é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora como comunicador e homem de marketing, a fim de dar volta até no diabo. Ou seja, Timmy: procuramos camelôs que percebam a vantagem da Visão!

Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a porta da Visão da Prosperidade.

Ora, em nossa conferencia da Visão determinamos expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, seguindo a Graça de Deus, a qual, não existe como eles falam, sendo apenas algo liberado por um Apóstolo credenciado por mim, o Pai da Visão.

Eles agem assim pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem as correntes santas, as barganhas, o lucro vindo dos dízimos, coisas que Deus criou para nós, os da Visão; pois todo dinheiro é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, nem que antes se tenha dar uma lavada nele, porque, pelas nossas campanhas e projetos, até o dinheiro do tráfico é santificado.

Expondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro da Visão, alimentado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido.

Mas rejeita as fábulas profanas e de gente que vem com aquela velha história da Graça de Deus. Exercita-te, pessoalmente, no orgulho, nas riquezas, na vida abastada e poderosa; pois, elas sim, têm grande proveito.

Pois o exercício na Palavra, como eles dizem, para pouco é proveitoso, mas as campanhas da Visão para tudo são proveitosas, porque tem a promessa da vida próspera aqui e agora.

Fiel é a Visão e digna de inteira aceitação.

A Prosperidade, a riqueza, os poderes humanos sejam contigo aqui e agora! Eu, Paulinho, abençôo-te com a minha unção de nobreza, para que tua cara seja mais forte que o diamante, a fim de que, questionado, tu nunca desistas da Visão de Prosperidade e Riqueza que aprendeste de mim.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Evangélicos e católicos devem se unir?


Há exatos dois anos, o Vaticano divulgou um documento pelo qual afirmou que a Igreja Católica Romana é a única a reunir todos os requisitos da comunidade fundada originalmente por Jesus e seus apóstolos. O texto, que retoma um polêmico documento do ano 2000 — denominado Dominus Iesus, cujo autor é Joseph Ratzinger, atual papa —, é obra da Congregação para a Doutrina da Fé, a antiga casa de Ratzinger, no Vaticano. Trata-se do órgão responsável pela pureza teológica do catolicismo.


Bento XVI sempre se posicionou contra o relativismo. Mas a divulgação desse documento revelou uma estratégia para transformar o romanismo num referencial religioso e moral único, além de guardião da herança cristã. O papa defende a ideia de que não se pode igualar todas as religiões cristãs, colocando-as num mesmo “saco”. Além disso, reafirma, modéstia à parte, que o catolicismo é o único meio pelo qual se pode alcançar a salvação espiritual com a ajuda da fé em Jesus Cristo!


Segundo o padre Augustine di Noia, subsecretário da Congregação para a Doutrina da Fé, o tal documento não visa a alterar o compromisso com o diálogo ecumênico, mas a afirmar a identidade católica.


Mas pergunto: É mesmo o romanismo o único a reunir todos os requisitos da comunidade fundada por Cristo e seus apóstolos? Ora, quem conhece um pouquinho da História sabe que o cristianismo não teve início com a igreja católica romana. Antes, um pseudocristianismo surgiu em 312, quando o imperador Constantino, após derrotar Magêncio, fez uma aliança entre Estado e Igreja. Desde então, começou a emergir essa igreja cheia de desvios em relação à Palavra de Deus. Haja vista a mariolatria, a “infalibilidade” papal, a veneração de “santos”, etc.


O papa pretende manter a pureza teológica do catolicismo, que se arvora como o guardião da herança cristã... Meu Deus! Que pureza teológica é essa? Ah, sim, a “pureza” da teologia romanista, pois, como se sabe, a igreja da maioria vem, através dos séculos, “dando de ombros” para a teologia biblicocêntrica, não preservando a verdadeiramente pura e sã doutrina (cf. Tt 2.1; 2 Tm 3.16,17; Is 8.20; 1 Co 4.6).


Sabemos que o catolicismo romano não é o único meio pelo qual se pode alcançar a salvação (com a ajuda da fé em Jesus Cristo). Segundo o tal documento, Jesus seria um mero coadjuvante na obra salvífica, haja vista a mediação ser realizada de fato pelo romanismo! Isso é o que podemos chamar de “santa” prepotência! Por que o papa e seus cardeais não se curvam ante a verdade irrefutável de 1 Timóteo 2.5? Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens! Não é necessária a comediação do romanismo, que na verdade é uma “comédia em ação”, com todo o respeito...


Apesar do “coerente” e “imparcial” documento em apreço, a igreja da maioria pretende manter inalterado o seu ideal ecumênico... Ora, é óbvio que o romanismo continuará se aproximando das outras religiões, principalmente das consideradas “seitas evangélicas”, a fim de conquistar pela “simpatia” o maior número de fiéis. Aliás, certos cantores evangélicos têm cedido canções para padres pop star e dito que há católicos mais convertidos do que os evangélicos... Eu até concordo que haja evangélicos desviados, nominais, não-salvos ou que perderam a salvação por serem profanos... Mas, biblicamente, é impossível que um seguidor do romanismo (adorador de Maria) seja mais convertido que um verdadeiro cristão, salvo e compromissado com a Palavra de Deus!


Sinceramente, a julgar pela situação de muitas igrejas ditas evangélicas, me pergunto: O que seria pior, pertencer à igreja da maioria e adorar Maria, ou pertencer a certas igrejas “evangélicas” que estimulam os crentes a se autovalorizarem ao extremo, seguindo a um evangelho antropocêntrico, triunfalista, experiencialista ou predestinalista, que crê cegamente no bordão “Uma vez salvo, salvo para sempre”?


Sei que “duro é esse discurso”, mas não podemos chegar a outra conclusão à luz do que diz a Palavra de Deus em 1 Coríntios 15.1,2: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual também recebestes e no qual também permaneceis; pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão”.


Glória seja dada a Jesus Cristo, o único Mediador entre Deus e os homens!


Ciro Sanches Zibordi


Fonte: Blog do Ciro

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Qual o sentido da vida?


Depois de algum tempo sem postar...


Um amigo (não apontarei o seu nome) me fez a seguinte pergunta: Jordanny, me responda com serenidade querido: "Qual o propósito da criação do homem? Qual o sentido disso tudo? O porque de sermos criados e colocados nesse mundo de dor e sofrimento?" Obrigado e aguardo sua formar de pensar sobre isso!!?


Em face do conteúdo filosófico e bíblico inserido em tal indagação, estarei apresentando minha resposta, editada, para que àqueles que também já se fizeram esta pergunta, possam tirar alguma conclusão.


Boa leitura a todos!


Minha resposta:


Meu caro amigo,


Antes de tudo, agradeço pela profundidade da questão levantada e pela preocupação a esta dirigida. São poucos os que analisam isso, e você me tem feito apreender bastante com seus questionamentos. Discorrerei, a seguir, acerca de sua indagação central:


Na verdade você apresentou uma série de “quase” respostas. Entretanto, o “quase” é aniquilado diante do TERMINADO/FINISHED/CONSUMADO. O verdadeiro sentido da vida não se ocupa com frases e artifícios filosóficos complexos. Não! Toda a cultura e conhecimento dos maiores pensadores são reduzidos a nada diante do SENTIDO DA VIDA. Uma das verdades é que, cada ser humano, procura a “utópica” felicidade. Parece até que este “não lugar” (u – tophos) está escondido de todos os que apostam em sua intelectualidade ingênua, limitada e falida. Também não está maquiado em uma religiosidade POTESTATIVA que é capaz de atormentar seus súditos por meio do artifício do MEDO, que corta as asas dos pássaros, e de uma MORAL, que pode ser representada por uma gaiola que os PRENDE, nãos lhes dando quaisquer alternativas de vôo e de liberdade. Como dizia o seu filósofo favorito: “a moralidade é a mais eficaz maneira de arrebanhar o bicho homem”. Estaria então nas boas obras? Logo, o que eu faço justificaria tudo o que eu sou, significando a essência do meu ser? Afirmar isso é um equívoco. Multiplique um número infinito de “boas obras” por zero. A regra matemática nos informa que, qualquer número multiplicado por zero, é igual a zero. Logo está mais uma vez aniquilado o SENTIDO DA VIDA nas boas obras.

A mente do homem não consegue acompanhar as inescrutáveis e inefáveis respostas que existem tão somente no autêntico e essencial SENTIDO de TUDO. Ocorre que a vida de um ser humano é apenas uma parte do TUDO. É um pedaço de TODAS AS COISAS. Em si mesma não há sentido. E a tentativa de dar sentido ao “sem sentido” simplesmente aumenta as nossas angústias e nos encaminha para um resultado único, muito bem explanado por você: a morte de Deus.


O homem na busca desse sentido se vê em contato com a sua “onipotente” divindade, conseguindo assassinar o próprio Deus! Agora, o assassinato de Deus nos remete a um novo lugar: a exaltação das coisas criadas, axiológica ou fisicamente, que são postas diante do homem para administração e usufruto. Então, aposta o homem na busca incessante para poder alcançar todo o prazer que lhe é oferecido. Se este homem é rico, poderá investir uma FORTUNA na busca dessa felicidade disponível na “Terra do Nunca”, ou melhor, na “Terra no Nunca”. Percebendo a falência de comprar a tão sonhada FELICIDADE, o homem passa a apostar no PODER como sentido para a sua vida. O interessante é que, assim que adquire o poder, este homem (com o PODER de matar o próprio Deus) tenta justificar seus erros e sua corrupção por meio da máxima de Lorde Acton - “o poder corrompe; e o poder absoluto corrompe absolutamente” – quando na verdade, o PODER é apenas mais uma FERRAMENTA nas mãos de uma homem ABSOLUTAMENTE CORRUPTO. Ou seja, a justificativa para a corrupção e sofrimento não está no poder; a corrupção apenas alcança um aumento exponencial por meio do GRAU DE PODER QUE LHE É CONFERIDO.

Na busca incessante desse sentido, o homem chega à capacidade de tentar justificar seus atos e erros, por meio do próprio sentido. Assim, você alcança uma visão maquiavélica que sustenta uma total “liberdade” para se fazer o que quiser, desde que a finalidade seja atingida. Aliás, “os fins justificam os meios”. Para alcançar o “Não Lugar” vale tudo. Até mesmo dizimar e matar em nome desse SENTIDO. Desse modo, tudo estaria justificado no SENTIDO. E mais, dê a esse sentido o nome que você quiser. Muitos têm dado a esse SENTIDO, que avaliza, corrobora e ratifica a filosofia maquiavélica, de “deus”. Simples assim! Logo, em nome de “deus” me são lícitas todas as coisas e ao mesmo tempo me é conveniente tudo aquilo que me levará a um determinado fim; mesmo que eu não saiba essencialmente que vim seria este. Seria esse o sentido da vida?


Indo e vindo chegamos sempre ao famigerado Niilismo. É o que me faz rir. A profunda ignorância humana ainda insiste em depender de sua LOUCA sabedoria. A fortaleza humana apresenta um poder autenticamente FRÁGIL e VÁCUO. O “eu” é o deus ressurreto no bojo de toda a declaração de independência e liberdade. E novamente, matando a Deus, o homem ressuscita seu “deus”; e confia nesse “deus”. Esse “deus” é cultivado, mesmo que inconscientemente, em seu interior; o homem ainda sustenta a “evolução” deste “deus” que, atravessando um processo maquiavélico, pode ser e ter em SI MESMO um SUPER-HOMEM capaz de transcender quaisquer obstáculos físicos, psicológicos ou mesmo cósmicos.

Novamente, voltamos ao SENTIDO que você denomina da forma que quiser. Que tal chamarmos esse SENTIDO de CIÊNCIA? Exatamente! A tentativa de cientificar tudo e todos, revela mais uma vez a insistência em se agarrar o intangível SENTIDO DA VIDA. Para se ter uma idéia, o homem, transformando sua OBCECAÇÃO em OBSESSÃO, tenta sistematizar todos os temas e áreas do conhecimento, a fim de TRANSMUTAR tudo em ciência. A conseqüência é esse Frankenstein social, idealizado pela falível consciência e cognição humana; sociedade essa que se deteriora dia após dia, revelando um câncer já avançado e incurável. Seria a CIÊNCIA o SENTIDO DA VIDA?Meu caro amigo! Passaremos a vida buscando falar acerca do SENTIDO DA VIDA se não pararmos e analisarmos no lugar certo. A bem da VERDADE o SENTIDO DA VIDA está no motivo pelo qual TUDO EXISTE. O sentido da vida é JESUS CRISTO! “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Rm 11.36). A existência de toda a bondade, misericórdia, amor, alegria, paz, benignidade, caridade e justiça encontram NELE o PLENO SENTIDO. De mesmo modo, a existência de toda maldade, dor, pecado, ira, violência também encontram NELE o PLENO SENTIDO. Tudo está voltado para o CENTRO. O SENTIDO DA VIDA não é, definitivamente, encontrado no homem; ou seja, não é ANTROPOCÊNTRICO ou EGOCÊNTRICO. O SENTIDO DA VIDA é CRISTOCÊNTRICO.

2a Parte:


Meu caro, a resposta a esta questão permeia o aspecto ininteligível e incogniscível de Deus. O porquê de uma criação que resultaria em tanta dor? Em um primeiro plano, quando cientificados do atributo divino da onisciência, parece que estamos diante de um Deus que está brincando com a nossa realidade; afinal de contas, Ele já sabia no quê a criação daria desde o princípio; e ainda assim decidiu criar. Um dos aspectos mais inescrutáveis de Deus se revela no caráter onisciente, mas, ainda assim, decisivo no tocante à consecução de Seu projeto CRIACIONISTA. Sabemos que Deus não foi pego de surpresa pelo pecado de Adão, o qual gerou toda a sorte de maldade que existe na face da Terra. Ele sabia que Adão pecaria e ainda assim decidiu criar a humanidade.


Se analisarmos a questão por um âmbito de supervalorização humana, diríamos que em face do infinito amor de Deus lhe foi arrancado, até certo grau, o total domínio sobre Sua vontade, que se fez viciada, compelindo-O à criação independentemente do resultado desastroso que esta implicaria. Mas, particularmente, acredito que esta interpretação não é a chave para a resposta da questão levantada (se é que existe efetivamente possibilidade de o homem encontrar uma resposta). Percebo que, segundo a Palavra, Deus tinha por plano inicial o pecado. É por meio da criação do homem, que um dia pecaria, que Ele iria magnificar o nome, o amor, a misericórdia, a graça, a glória, a grandeza, a profundidade, a justiça e a ira de Seu Filho. Ele simplesmente se vale do pecado para glorificar Jesus Cristo (At 3.13; 10.46; Hb 5.5; Ap 15.4).

O pecado, que gerou toda a sorte de dor, faz parte do inescrutável propósito divino de engrandecer o Seu Glorioso Filho. A graça que nos alcançou nos faz plenamente conscientes de nossa insignificância e impotência diante da impossibilidade de nos salvarmos a nós mesmos. Ele Glorifica a Cristo, que chama e justifica àqueles a quem escolheu segundo o Seu propósito, os quais passam a revestir-se da natureza do Segundo Adão (o novo molde para o homem nascido de novo). A partir daí, já não vivemos nós, que nascemos de novo, Cristo é quem vive. Os atributos divinos comunicáveis passam a ser parte intrínseca deste novo homem espiritual. Somos, por conta dessa nova natureza, chamados para um propósito de amor, fé e boas obras em perfeita bondade e segundo à Verdade absoluta disponibilizada na Palavra de Deus. Tornamo-nos, cartas escritas, e nos dedicamos, a partir de então, não à nossa glória pessoal, mas à glorificação do Filho de Deus por meio de nossas vidas. Esse é o projeto que insere toda a dor, impiedade e malignidade que dominam este mundo, enquanto não há a manifestação integral da ira de Deus contra o pecado. Deus, por meio dos salvos, manifesta a Sua infinita misericórdia e Seu infinito amor; e, por meio daqueles que não creram em Seu Filho, manifesta o calor de Sua maravilhosa e gloriosa, porém, terrível ira, que foi preparada originalmente para o diabo e seus anjos.


Segundo à Palavra de Deus, percebo que este é o grande propósito e sentido da Criação. A partir daí não há muito mais o que responder. Percebo em Deus a plenitude de Sua justiça, apesar de a maioria das pessoas conceberem-No como injusto. Creio que o ato da cruz foi o aspecto mais profundo do plano de Deus para magnificar Seu Filho; e para isso era necessário o pecado. Deus é maravilhoso e incogniscível em Sua grandeza e sabedoria! Ainda assim manifestou Seu incomparável amor; não há como explicar as suas misericórdias. Honra e Glória seja a Ele!


A paz do Senhor a todos!
Jordanny Silva
http://jordannyblog.blogspot.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Aos apreciadores ou fãs do ministério Di(st)ante do Trono...


A apostasia é uma das mais marcantes evidências de nosso tempo! O que nos deixa mais boquiabertos e tristes, é vermos ela presente de forma intensa e "escrachada". Meu amigo, e irmão em Cristo, Teóphilo, tem sido um intenso guerreiro, dentro do ministério apologético, apresentando as mais escancaradas vertentes da apostasia que se possa imaginar dentro da igreja evangélica.


A todos os admiradores, fãs, ouvintes do "ministério" Diante do Trono, eu gostaria que tirassem um tempo para ler, sem preconceitos e com humildade (se é que ainda exista humildade no nosso meio) o texto que indicarei a seguir. Clique no link abaixo e conclua por si mesmo:




Nota: Se você quiser ser edificado, leve a sério as informações que o amigo Teóphilo, detalhadamente, consigna. Se quiser continuar iludido, descarte as informações agora mesmo; ou melhor, nem perca seu tempo lendo!


A paz do Senhor a todos!


Jordanny Silva